Temas

 
   
  Alimentação e saúde
 
  Comportamentos de risco
 
  Curiosidades
 
  Doenças
 
      Associação Port. contra o Cancro- entrevista
 
    Sida
 
    A Diabetes
   
    Parkinson
 
      Álcool
 
      Álcool-outro artigo
 
  Sexualidade
 
  Profissional de saúde
 
  Artigos de Opinião
 


 

 A doença de Parkinson


 A doença de Parkinson é uma doença crónica do sistema nervoso, de evolução progressiva. A causa da mesma é a perda de produção de uma substância do organismo, indispensável ao bom funcionamento do sistema nervoso (dopamina). O seu diagnóstico é feito pelo neurologista e os sintomas podem surgir em qualquer pessoa, por volta dos 50 anos.
Apesar de ser uma doença incurável, os tratamentos atrasam a evolução da doença, melhorando os sintomas.


Os sintomas são:
- Tremor das mãos, cabeça e pés
- Fadiga, alterações do sono e depressão
- Dificuldade em escrever, falar e engolir
- Dificuldade em iniciar os movimentos e lentidão na execução de actividades diárias
- Rigidez muscular nos braços, pernas e face
- Alterações na marcha com ombros encolhidos e inclinados para a frente, braços caídos e acalcanhares a arrastarem-se
- Aumento de saliva, prisão de ventre e urgência para urinar.

O exercício físico melhora a qualidade de vida do doente porque aumenta o relaxamento muscular, a coordenação dos movimentos e a marcha, aumenta a flexibilidade das articulações, a capacidade respiratória e circulatória, ajuda a digestão e contribui para o bem-estar e melhoria do estado psicológico do doente.


Para melhorar o estado de saúde do doente, recomenda-se que ele a pé, e faça hidroginástica, yoga, dança, jardinagem ou meditação.

 Recomenda-se também que o doente faça uma terapia ocupacional e da fala. A primeira orienta o doente nas suas actividades diárias, e a segunda permite que o doente continue a articular bem as palavras, tendo assim uma linguagem correcta.


A alimentação deve ser cuidada, para evitar a prisão de ventre, e o doente deve também evitar as bebidas alcoólicas, cafés e refeições com muitas proteínas, pois diminuem a acção de alguns medicamentos.


Em circunstancia alguma, o doente deve perder o contacto com familiares e amigos (para não se isolar), e não deve deixar de realizar as actividades que lhe dão prazer. Deve ter conhecimento da doença e tratar-se, e aprender a viver com a doença, encarando-a com serenidade.

“Folheto – Farmácia de família”



Ana Barbosa 9ºB

 



     
 

Profissional de saúde

 
 

 

 

 

 Colégio Vasco da Gama
Nova pagina 1