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A
maioria dos jovens começa a vida
sexual durante a adolescência. No entanto, a grande maioria não
está devidamente informada como deve evitar as doenças
sexualmente transmissíveis.
Há várias doenças
que são transmitidas através da relação sexual, nomeadamente a
Sida, que é uma das doenças mais problemáticas da actualidade.
Contudo, há meios de contracepção para que os
adolescentes possam iniciar a vida sexual sem preconceitos ou
medos da contracção da doença. O meio contraceptivo mais
adequado para que a doença não se transmita é o preservativo.
O uso do
preservativo masculino é considerada a forma mais eficaz na
prevenção das doenças sexualmente transmitidas. Cabe aos rapazes
acarretarem com esta função. É uma tarefa simples e o prazer
sexual não se altera.
Diversos estudos confirmam a eficiência desse
método na prevenção da Sida e de outras doenças sexualmente
transmissíveis. O uso correcto e sistemático de preservativos em
todas as relações sexuais apresenta uma efectividade estimada de
95% na prevenção da transmissão das DST e da Sida.
Qualquer tipo de
prática sexual não protegida constitui um risco de contágio de
infecções sexualmente transmissíveis quando uma das pessoas está
infectada (e por vezes não sabemos) por isso o preservativo tem
um papel fundamental nesta prevenção, quer se trate de pessoas
homossexuais ou heterossexuais.
Sempre que um
adolescente decida iniciar a sua vida sexual deve consultar os
seus pais ou caso não tenha muito a vontade para o fazer pode
dirigir-se ao centro de saúde, centro de atendimento de jovens,
ou Gabinetes de Apoio à Sexualidade juvenil do Instituto
Português da Juventude.
O uso do
preservativo é imprescindível durante o acto sexual, pois só
assim se tem a certeza que não se está a correr o risco de
contrair, nem transmitir qualquer doença.
Vanessa Caldas
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