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Sida


      A síndrome de imunodeficiência adquirida (SIDA) é a doença infecciosa que mais mata no mundo. Hoje, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 40 milhões de pessoas possuem a enfermidade. Do total de infectados, aproximadamente 95% vivem em países em desenvolvimento.

Nuno


A Sida, ou Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, é uma doença provocada pelo VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana). Este vírus ataca o sistema imunitário, que é o sistema de defesas do nosso organismo, tirando a sua capacidade de nos defender das infecções, etc.

Quando o nosso organismo é atacado pelo VIH o corpo perde a capacidade de nos defender das infecções, que podem vir a ser mortais. A este tipo de infecções dá-se o nome de “infecções oportunistas”.

Não é a Sida que causa a morte aos doentes infectados, mas sim as “infecções oportunistas” ou tumores que se aproveitam do enfraquecimento do sistema imunitário. A Sida facilita o aparecimento dessas infecções.

Como detectar se uma pessoa está infectada?

O teste ou análise que é feito para detectar a seropositividade detecta a presença dos anticorpos que o sistema imunitário produz para combater o vírus, produzido pelo organismo.

Os anticorpos produzidos pelo nosso organismo não conseguem destruir o vírus, contudo a sua presença no sangue indicam que o indivíduo foi infectado. Assim, se no teste forem detectados anticorpos o resultado do teste será positivo.

Um teste que apresente um resultado positivo significa que a pessoa foi contaminado pelo vírus e que o seu organismo começou a desenvolver anticorpos para se defender.

Apesar disso um teste com um resultado positivo não indica necessariamente a existência de Sida, pois o VIH pode permanecer adormecido ou escondido no organismo até aparecerem os sintomas da doença. Este período entre a contaminação pelo vírus e o aparecimento dos sintomas pode durar até mais de dez anos.

Os anticorpos podem demorar semanas, por vezes meses, a aparecerem no sangue. Actualmente, as pessoas infectadas com uma análise positiva confirmada têm várias opções, pois existem tratamentos novos para combater directamente o vírus, fortalecer o sistema imunitário e prevenir as infecções oportunistas antes de elas se desenvolverem.

Como prevenir ?!

O preservativo é um dos métodos mais usados para prevenir o VIH, já que o VIH se transmite através dos fluidos de um corpo, a forma mais sensata de evitar a transmissão do vírus é bloquear essa entrada.
As relações sexuais são um dos maiores comportamentos de risco na transmissão do vírus e não existem grupos sociais mais ou menos propensos à contaminação.
            Heterossexuais, homossexuais ou bissexuais correm exactamente o mesmo risco ao praticarem sexo sem protecção.
            Se usados em conjunto com lubrificantes espermicidas aumentam a capacidade de protecção.
            O método mais utilizado para prevenir o VIH é o preservativo, apesar de também haver outras medidas para prevenir.

Bibliografia: Http://educacao.te.pt/

Duarte Vieira, 9ºD

 

 

A sida na adolescência


         Esta doença não é preocupante apenas entre os jovens portugueses, preocupa também as grandes potências mundiais. A Sida tem vindo a aumentar entre as camadas mas jovens e com mais acesso a informação. É na adolescência que desperta a sexualidade, primeiro com as alterações físicas e depois a nível psicológico, os adolescentes começam a sentir “atracções” físicas e a desenvolver sentimentos por outras pessoas.

         Este acontecimento faz com que os adolescentes sejam confrontados com a vontade de iniciarem a sua vida sexual.

         Os jovens têm tendência para esquecer que o vírus da Sida pode ser evitado e que é um vírus que não se transmite facilmente. Por isso devemos dar mais atenção às diversas formas de como se transmite:

Através das relações sexuais

Entre utilizadores de drogas injectáveis

 Durante a gravidez (Mãe/filho). A transmissão mais frequente é feita durante o período de gestação, em que o sangue da mãe vai circular no feto, através da placenta. O menos frequente, é a contaminação durante o parto pelo sangue perdido, ou durante a amamentação. Os recém nascidos têm uma capacidade de resistência muito fraca, que ainda não desenvolvida.

         Como evitá-las:

Utilizar preservativo nas relações sexuais. Este é hoje a única protecção segura contra a transmissão do vírus por via sexual, e também uma protecção eficaz contra outras doenças sexualmente transmissíveis.

  Para utilizadores de drogas injectáveis é fundamental não partilhar seringas. Caso contrário deve-se desinfectar as seringas (água e lixívia).

        Quando entra em contacto com o exterior, fora das condições convenientes à sua existência, o vírus morre rapidamente, em poucas horas.

        A Sida evolui entre os primeiros 10 e 15 dias depois da infecção e os doentes desenvolvem um período febril, como se fosse uma gripe, e logo após este acontecimento. A duração do período de evolução silenciosa (em média de 8 a 10 anos) depende de alguns factores:

 Intensidade e gravidade da infecção 

 Capacidade de defesa do organismo

 Infecção do vírus em momentos anteriores.

        Portanto se quisermos evitar que as gerações seguintes e que os estratos mais jovens da sociedade fiquem contaminadas com este perigoso e mortífero vírus devemos ter bastante atenção às diversas formas de como este vírus se transmite e utilizar os métodos existentes para precavê-lo.

Joana Francisco, 9ºA

 

 

 

 

 


     
 

Doenças

 
 

 

 

 

 Colégio Vasco da Gama - Meleças-Belas, Sintra.
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