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A Sida, ou Síndrome de
Imunodeficiência Adquirida, é uma doença provocada pelo VIH
(Vírus da Imunodeficiência Humana). Este vírus ataca o sistema
imunitário, que é o sistema de defesas do nosso organismo,
tirando a sua capacidade de nos defender das infecções, etc.
Quando o nosso organismo é
atacado pelo VIH o corpo perde a capacidade de nos defender das
infecções, que podem vir a ser mortais. A este tipo de infecções
dá-se o nome de “infecções oportunistas”.
Não é a Sida que causa a morte
aos doentes infectados, mas sim as “infecções oportunistas” ou
tumores que se aproveitam do enfraquecimento do sistema
imunitário. A Sida facilita o aparecimento dessas infecções.
Como detectar se uma pessoa está infectada?
O teste ou análise que é feito para detectar a seropositividade
detecta a presença dos anticorpos que o sistema imunitário
produz para combater o vírus, produzido pelo organismo.
Os anticorpos produzidos pelo nosso organismo não conseguem
destruir o vírus, contudo a sua presença no sangue indicam que o
indivíduo foi infectado. Assim, se no teste forem detectados
anticorpos o resultado do teste será positivo.
Um teste que apresente um resultado positivo significa que a
pessoa foi contaminado pelo vírus e que o seu organismo começou
a desenvolver anticorpos para se defender.
Apesar disso um teste com um resultado positivo não indica
necessariamente a existência de Sida, pois o VIH pode permanecer
adormecido ou escondido no organismo até aparecerem os sintomas
da doença. Este período entre a contaminação pelo vírus e o
aparecimento dos sintomas pode durar até mais de dez anos.
Os anticorpos podem demorar semanas, por vezes meses, a
aparecerem no sangue. Actualmente, as pessoas infectadas com uma
análise positiva confirmada têm várias opções, pois existem
tratamentos novos para combater directamente o vírus, fortalecer
o sistema imunitário e prevenir as infecções oportunistas antes
de elas se desenvolverem.
Como prevenir ?!
O preservativo é um dos métodos mais usados para prevenir o VIH,
já que o VIH se transmite através dos fluidos de um corpo, a
forma mais sensata de evitar a transmissão do vírus é bloquear
essa entrada.
As relações sexuais são um dos maiores comportamentos de risco
na transmissão do vírus e não existem grupos sociais mais ou
menos propensos à contaminação.
Heterossexuais, homossexuais ou bissexuais correm exactamente o
mesmo risco ao praticarem sexo sem protecção.
Se usados em conjunto com lubrificantes espermicidas
aumentam a capacidade de protecção.
O método mais utilizado para prevenir o VIH é o
preservativo, apesar de também haver outras medidas para
prevenir.
Bibliografia:
Http://educacao.te.pt/
Duarte
Vieira, 9ºD
A sida na adolescência
Esta doença
não é preocupante apenas entre os jovens portugueses, preocupa
também as grandes potências mundiais. A Sida tem vindo a
aumentar entre as camadas mas jovens e com mais acesso a
informação. É na adolescência que desperta a sexualidade,
primeiro com as alterações físicas e depois a nível psicológico,
os adolescentes começam a sentir “atracções” físicas e a
desenvolver sentimentos por outras pessoas.
Este acontecimento faz com que os adolescentes sejam
confrontados com a vontade de iniciarem a sua vida sexual.
Os jovens têm tendência para esquecer que o vírus da Sida pode
ser evitado e que é um vírus que não se transmite facilmente.
Por isso devemos dar mais atenção às diversas formas de
como se transmite:
Através das
relações sexuais
Entre utilizadores
de drogas injectáveis
Durante
a gravidez (Mãe/filho). A transmissão mais frequente é feita
durante o período de gestação, em que o sangue da mãe vai
circular no feto, através da placenta. O menos frequente, é a
contaminação durante o parto pelo sangue perdido, ou durante a
amamentação. Os recém nascidos têm uma capacidade de resistência
muito fraca, que ainda não desenvolvida.
Como evitá-las:
Utilizar preservativo nas relações sexuais. Este é hoje a única
protecção segura contra a transmissão do vírus por via sexual, e
também uma protecção eficaz contra outras doenças sexualmente
transmissíveis.
Para utilizadores de drogas
injectáveis é fundamental não partilhar seringas. Caso contrário
deve-se desinfectar as seringas (água e lixívia).
Quando entra em contacto com o exterior, fora das condições
convenientes à sua existência, o vírus morre rapidamente, em
poucas horas.
A Sida evolui entre os primeiros 10 e 15 dias depois da infecção
e os doentes desenvolvem um período febril, como se fosse uma
gripe, e logo após este acontecimento. A duração do período de
evolução silenciosa (em média de 8 a 10 anos) depende de alguns
factores:
Intensidade
e gravidade da infecção
Capacidade
de defesa do organismo
Infecção
do vírus em momentos anteriores.
Portanto se quisermos evitar que as gerações seguintes e que os
estratos mais jovens da sociedade fiquem contaminadas com este
perigoso e mortífero vírus devemos ter bastante atenção às
diversas formas de como este vírus se transmite e utilizar os
métodos existentes para precavê-lo.
Joana
Francisco, 9ºA
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