TEMAS

 
   
  Alimentação e saúde
 
  Distúrbios alimentares
 
  Comportamentos de risco
 
  Curiosidades
 
  Doenças
 
    Doenças cardiovasculares
 
    Sida
 
  Sexualidade
 
  Profissional de saúde
 


 


 





 


Sida



A palavra Sida significa sindroma de imunodeficiência adquirida. Tem este nome porque é constituído por um grupo de sinais e sintomas que fazem com que o nosso sistema imunitário fique muito baixo a nível de resistência. É adquirido, pois surge após uma infecção com um vírus. Neste caso, o VIH.
Este vírus é da família dos retrovirus, sendo que dos dois tipos de ácidos nucleicos, este é constituído por RNA (ácido ribonucleico).


O VIH significa Vírus da Imunodeficiência Humana. Pode ser VIH-1 ou VIH-2, mas o mais frequente é o primeiro, sendo que o segundo foi recentemente descoberto em África e tem mais parecenças com outras doenças.


Quando este vírus se instala no corpo, ataca de imediato os Linfocitos T4, que são as que defendem o nosso organismo dos vírus e infecções. Depois, utilizam o seu material genético para se multiplicarem.


No início, o sistema imunitário ainda consegue resistir a alguns vírus. Mas no fim, este está cada vez mais fraco, o que faz com que as pessoas não tenham qualquer tipo de resistência e, que por qualquer infecção que apanhem estejam sujeitas a morrer.

Sintomas do vírus da sida

A pior fase do vírus da sida ocorre da primeira á quarta semana, onde o vírus se reproduz muito rapidamente e destrói as células que defendem o organismo a uma velocidade ainda maior. Depois dessa fase, os seropositivos podem ficar cerca de 10 anos sem se aperceberem de que estão contagiados. Mais ou menos nessa altura, o seropositivo começa por ter sintomas de uma virose qualquer, como por exemplo: suor intenso á noite, febre não muito alta, sensação de cansaço, diarreias, etc.
Depois, mais tarde, vêm os fungos, as manchas na pele, as inguas por baixo dos braços, no pescoço e nas virilhas, as perturbações respiratórias, entre outras. Caso se apresentem estes sintomas, não devem ser tomadas conclusões precipitadas, pois podem ser outras doenças com o mesmo tipo de sintomas. O melhor a fazer será consultar um médico.

Como se transmite a SIDA?

A SIDA transmite-se de 3 formas:

1) Via sexual:
• O vírus está concentrado no fluído seminal;
• A transmissão entre casais heterossexuais é a mais frequente;
• O risco de transmissão do homem para a mulher é 8 vezes superior ao inverso;
• O risco aumenta se existirem lesões nas superfícies em contacto com o líquido seminal ou fluído vaginal;
• A única forma totalmente segura de proteger este tipo de transmissão é a abstinência de relações sexuais;
• O uso de preservativo é o meio de prevenção mais seguro a seguir à abstinência;

2) Via sanguínea:
• A transmissão por transfusões deixou de ser uma causa de grande risco desde que se realizam testes para despistar o vírus nos dadores;
• O mesmo se aplica a dadores de órgãos ou tecidos;
• Os utilizadores de drogas injectáveis estão em maior risco;
• Os trabalhadores da área da saúde e os que trabalham directamente com sangue ou seus derivados estão também em risco e por isso devem respeitar os procedimentos preventivos escrupulosamente;


3) Mãe-feto:
• A transmissão pode acontecer no 1º ou no 2º trimestre mas é mais comum na altura do parto;
• Sem tratamento da mãe, o risco de transmissão é de 15-25% nos países desenvolvidos e, aumenta para 25-35% nos países em desenvolvimento;
• As grávidas devem fazer um teste voluntariamente e, se forem seropositivas devem fazer um tratamento antiretroviral para reduzir a virémia. Devem também ser acompanhadas por um obstetra e devem evitar a amamentação (risco de transmissão de 5-15%);
• Outros fluidos;
• Não existe evidência de transmissão da SIDA pela saliva, lágrima, suor ou urina. Os casos que existem e que reclamam ter sido esta a via de transmissão não podem excluir completamente a hipótese da transmissão parentérica, por contacto com feridas ou erosões da pele.

A SIDA trata-se?

No estado actual do conhecimento científico não há um tratamento verdadeiro e eficaz para a doença que destrua por completo o vírus do organismo. Mas existem tratamentos que o “enfraquecem”. Para além dos tratamentos específicos para cada uma das complicações da SIDA, existem tratamentos para reduzir a replicação do vírus, que são os antiretrovirais. Outros medicamentos disponíveis, que se usam em associação com estes, são os inibidores das proteases. Também muito importante, é ajudar o doente e a família a lidar com a seropositividade e com a SIDA. Depois, e principalmente, a educação dos doentes para evitar comportamentos que possam pôr em risco outras pessoas.


                   



Bibliografia:

-
http://www.hoops.pt/saude/saud-sida.htm


-http://www.fcsh.unl.pt/cadeiras/ciberjornalismo/ciber2000/sida/doentetex.htm

-http://www.roche.pt/sida/hiv_sida/hivsida2.cfm

-http://www.opusgay.org/hiv-sida/#

-http://www.fcsh.unl.pt/cadeiras/ciberjornalismo/ciber2000/sida/sidaa.htm

-http://www.eb23-ribeirinha.rcts.pt/sida1.html

-http://www.humains-associes.org/

-http://www.hri.org/mod/thiteia/40/aids/Scan_003.jpg

 

Alexandra Coelho
e Andreia Serrinha
9ºB

Outro artigo (nºanterior)



     
 

Doenças

 
 

 

 


 

 

Número anterior  
     
 
Tensão pré-menstrual
 Tuberculose
 A depressão
 Acne
 Sida
 
     
     
     

 Colégio Vasco da Gama - Meleças-Belas, Sintra.
Nova pagina 1