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O nosso amigo, nas
montanhas, queima tanto, como um fantástico dia na praia a
apanhar sol! Isto é devido à altitude, que se apanha mais
radiação solar. Pensa-se que por cada 300 metros, existe cerca
mais 4% de raios ultravioletas. Esta radiação, estimula o nosso
organismo a produzir mais vitamina D, que é muito importante,
para as crianças, “contra” o raquitismo, e para os adultos, para
evitarem a desmineralização dos ossos.
Com a neve, os raios ultravioletas, são reflectidos, até uma taxa de 90%,
fazendo muito mal à nossa pele, logo, por mais estranho que
pareça, devemos utilizar o protector solar nas montanhas, para
evitar apanhar um escaldão na nossa pele.
Outra coisa, que pode parecer estranha, é que na montanha, devemos
ingerir grandes quantidades de água (cerca de 1,5l). Isto é
devido à elevada altitude, que possui menos 50% do vapor de
água, do que se estivéssemos ao nível do mar.
Uma das coisas mais receitadas pelos médicos, é o ar puro das montanhas.
Como nas montanhas, há menos vegetação, a radiação ultravioleta
é mais forte, pelo que, devido a esse facto, esta extermina mais
bactérias e vírus.
O ar da montanha é bastante benéfico para as doenças de
insuficiências respiratórias.
Uma coisa bastante importante a ter em consideração na montanha,
são os nossos olhos, pois estes, quando se encontram a grandes
altitudes, a luminosidade é muito grande, pelo que estes podem
inflamar, podendo provocar “oftalmia das neves”.
Esta
é caracterizada por uma conjuntivite vermelha, seguida depois de
espasmos. Pode seguir-se dores de cabeça.
Por estas razões, nós devemos usar óculos que filtrem a
radiação, e de preferência, que cubram os dois olhos.
Os bebés com menos de um ano, não devem estar a uma altura
superior a 1800 metros (Pensa-se que esteja relacionado com a
reduzida quantidade de oxigénio disponível).
Bibliografia:
Imagem:
www.vivabrazil.com/ images/Montanhas.jpg
artigo:
Revista “Farmácia Saúde”, nº101, Fevereiro 2005.
João
Caetano, 9ºC
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